quinta-feira, 19 de agosto de 2010

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

2009, o ano do “CARA” e da “MAROLINHA”

2009, o ano do “CARA” e da “MAROLINHA”

Chegou o fim do ano de 2009, um ano difícil, no qual o mundo foi sacudido por uma gigantesca crise econômica iniciada no setor imobiliário da economia americana.
No Brasil, apesar da torcida da oposição, que sempre apostou no “quanto pior melhor”, a crise encontrou uma economia firme, com fundamentos bem cuidados e um governo competente que apostou no povo brasileiro e implementou medidas que incentivaram o consumo interno, fizeram crescer os negócios, ampliaram a oferta de empregos formais, facilitaram a saída do país da crise e permitiram que o presidente Lula, - que a havia classificado como uma “marolinha” diante da Tsuname que tumultuou a economia de grandes nações do primeiro mundo-, saboreasse a derrota dos agourentos que tentaram ridiculariza-lo por tal afirmação.
Com certeza, 2009 foi o ano do presidente. Ele foi proclamado pelo presidente americano Barac Obama, como “O CARA” e, “como o político mais popular do planeta”. Lula em 2009, brilhou em diversos eventos realizados mundo a fora, consolidou sua liderança no cenário político mundial e colocou o Brasil, definitivamente, entre as nações mais respeitadas do mundo.
Internamente, os acertos do presidente e de seu governo de coalizão, melhoraram a vida de milhões de brasileiros que deixaram a condição de miseráveis e passaram a fazer parte do mercado de consumidores. Milhões de filhos de trabalhadores, através dos programas sociais na área da educação, tiveram acesso facilitado ao ensino superior e aos cursos técnicos, com a ampliação da rede federal de escolas técnicas.
Tudo isso proporcionou ao presidente e ao seu governo índices altos de aprovação, aferidos por vários institutos de pesquisas e possibilitou que sua candidata à presidência para as eleições gerais de 2010, saísse de 3% no início do ano, para 23% , segundo pesquisa do Datafolha, divulgada em 18 de dezembro.
Nesse cenário favorável, com uma oposição fraca, sem bandeiras, sem discurso e ocupada com administração do mensalão dos panetones em Brasília, Lula, com sua ministra Dilma Roussef, percorre o pais inaugurando obras de seu governo e de governos de seus aliados nos estados defendendo a continuidade do modelo político e administrativo que comanda, como podemos ver na matéria abaixo, divulgada no Blog “Os Amigos da Presidente Dilma”.

Lula e Dilma defendem continuidade política para o país não ter retrocesso


O Presidente Lula e a ministra Dilma Rousseff, defenderam ontem a continuidade do modelo político e administrativo como forma de garantir que o país não tenha retrocesso. Lula e Dilma falaram durante a inauguração de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na comunidade de Manguinhos, zona norte do Rio.

Dilma disse que o país está em um momento excepcional e que é preciso manter a continuidade. “Eu tenho certeza de que nenhum de nós vai deixar tudo o que conquistamos e voltar atrás”, afirmou a ministra

Após o evento, em conversa com os jornalistas, Lula apoiou a posição da ministra, apontada como pré-candidata do PT à Presidência da República. "Eu acho que é a sabedoria de alguém que sabe que o Brasil não pode ter retrocesso. O grande problema do Brasil é que um prefeito, um governador, um presidente começava uma obra, o outro vinha e parava, começava outra obra, e assim sucessivamente. Ano após ano, década após década, a gente não tinha uma obra concluída”, disse o presidente.

“Começamos um processo na construção de parcerias com estados e municípios que tem um conjunto de obras, desde R$ 5 milhões, como saneamento básico, até obras gigantescas, como o polo petroquímico do Rio de Janeiro, de bilhões de dólares, que tem que ter continuidade, porque, se elas pararem, será um retrocesso e um atraso para o país. A Dilma quis falar isso, as obras não podem parar, o país não pode parar”, defendeu o presidente.

Lula negou que a inauguração de obras e a recente troca de declarações com o governador de São Paulo, José Serra, sobre o quadro político, signifiquem que o país já estaria vivendo um clima eleitoral. “O que eu não posso é deixar de inaugurar as coisas que nós construímos em parceria. Eu só espero que o Serra não esteja inaugurando uma obra que tem parceria com o governo federal e não tenha me chamado. A única coisa que eu peço é que, se tiver parceria, me convide que eu vou lá, com o maior carinho”, afirmou, bem-humorado, o presidente.

A ministra desconversou, quando perguntada se já tinha escolhido um nome para vice-presidente em sua chapa, caso se confirme sua candidatura. Ontem (21), durante entrevista no Rio, Lula disse que a escolha cabe à ministra. “Esse processo de escolha de vice só pode ocorrer quando eu – se for eu a pré-candidata – for escolhida como pré-candidata depois de fevereiro. Até lá, essa pergunta tem que ser respondida pelo presidente do PT, tanto o que está saindo [deputado Ricardo Berzoini] quanto o que está entrando [José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobras], porque até lá eu não tenho como negociar.”

Lula e Dilma inauguraram em Manguinhos um conjunto habitacional com 416 apartamentos para famílias que foram realocadas com as obras do PAC. Também participaram da solenidade o governador Sérgio Cabral, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e os ministros da Igualdade Racial, Edson Santos, e das Cidades, Márcio Fortes.

O investimento foi de R$ 53,2 milhões. Os prédios de quatro andares vão abrigar cerca de 2 mil pessoas. No local foram inaugurados centros de geração de renda, de apoio jurídico e de referência da juventude, com investimentos de R$ 14,7 milhões. Também foi construída uma biblioteca com salas climatizadas e informatizadas, ao valor de R$ 4,9 milhões, que receberá mais R$ 3,7 milhões para compra de equipamentos, mobília e acervo, em verbas do Ministério da Cultura e do governo do estado.

Os moradores do conjunto habitacional ganharam ainda uma rede gratuita de internet sem fio. No total, segundo dados do Ministério das Cidades, estão sendo investidos R$ 368 milhões em obras do PAC em Manguinhos. Em todo o estado do Rio, são R$ 6,2 bilhões em saneamento e habitação.